Parece que não tem
Ninguém para me controlar
E me proteger do perigo
Que sou eu
Essa minha fúria
Sob o peso de mil caixões
Que se esconde nessa mentira
Que sou eu
A beligerância entre nós
É um mero fruto do nosso passado
São demônios de um ódio
Que é meu
Com chuvas de um apocalipse inevitável
Enchentes de lágrimas e colheitas de corpos
Culpa desse embriagado amor
Que é meu
(AGVF) - 2003
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